Manchester-Chester-Macclesfield-Wales, 2018.
Viagem a Manchester, cidade vermelha de tijolo escuro, com a sua paisagem industrial que se renova. Ali, faz-se o percurso musical obrigatório do final dos anos 70 e plenos anos 80, que vai desde o mítico Salford Lads Club (famoso pela fotografia no álbum “The Queen Is Dead” dos The Smiths), passa pelos clubes The Haçienda (agora um bloco de apartamentos) e Factory (ou FAC 251), onde se lê a famosa frase de Tony Wilson: “But this is Manchester, we do things differently here”, segue os passos dos Joy Division pela Epping Bridge, e vai até Macclesfield, à pedra tumular de Ian Curtis e à rua onde viveu e morreu, Barton Street.
As chaminés e os pubs debaixo da linha de comboio marcam esta viagem pelo noroeste de Inglaterra. E daqui se dá um salto ao País de Gales, onde se fala uma outra língua. Visita-se Parys Mountain, uma mina gigante de cobre abandonada, que, embora tenha tido o seu auge no século XVIII, já era escavada desde a Idade do Bronze (4000 anos de História debaixo dos pés e sobrevoados por drones de corrida, um deles controlado por uma rapariga tímida com um casaco onde se lê “INTROVERT”). De regresso, passa-se pelo molhe de Llandudno, onde os casais dão as mãos e as crianças andam bem amarradas aos pais.
Manchester-Chester-Macclesfield-Wales, 2018.
A trip to Manchester, a red brick city with its industrial landscape being renovated. There, we take the musical route of the late 70s and 80s, that goes from the mythical Salford Lads Club (famous for the photograph in the Smiths’ album “The Queen Is Dead”), passes through the clubs The Haçienda (now a block of apartments) and Factory (or FAC 251), where you can read the famous Tony Wilson quote: “But this is Manchester, we do things differently here”, follows the footsteps of Joy Division on the Epping Bridge, and heads to Macclesfield, to Ian Curtis’s memory stone and the house where he lived and died, in Barton Street.
The peculiar chimneys and the pubs under the train line mark this trip through the northwest of England. And from here we jump to Wales, where another language is spoken. We visit Parys Mountain, an abandoned giant copper mine that even though it was most active in the late 18th century, it dates back to the Bronze Age (4000 years of History under our feet and overflown by racing drones, one of them controlled by a young shy girl with a jacket that reads “INTROVERT”). On our way back, we pass by the Llandudno pier, where the couples hold hands and the children walk well tied to their parents.